Especial - Harry Potter - Trailer internacional dublado!
0 comentários Postado por Matheus Pereira às 13:04Saiu o trailer internacional de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1 dublado.
Confira abaixo:
Confirmado: Peter Jackson é o diretor de O Hobbit
0 comentários Postado por Matheus Pereira às 21:08A divulgação de Harry Potter e as Relíquias da Morte -Parte 1 está se mostrando uma das melhores do ano e de toda a série. Belos cartazes, banners e trailers excelentes. A primeira parte, o início do fim, promete ser emocionante. Confira um novo cartaz (estampado por Dobby) e um banner de Voldemort e os Comensais da Morte contra "os 7 Potter".
Roteiro: Patrick Marber
Elenco: Julia Roberts, Clive Owen, Natalie Portman, Jude Law.
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Poucos filmes falaram de amor de maneira tão profunda e verdadeira como Closer - Perto Demais. Não o amor superficial, aquele que beira a simples paixão, mas sim, aquele profundo, que move as pessoas, que dita as regras, que nos define. Amor, traição, sexo e fidelidade. Quatro coisas que dão vida à obra de Mike Nichols. Quatro personagens (interpretados por Julia Roberts, Clive Owen, Natalie Portman e Jude Law) se relacionam entre si, num vai e vem em que os sentimentos mais profundos, mais densos tomam conta da racionalidade. Os diálogos são perfeitos. Nenhum filme, nesta última década, se equiparou aos excelentes diálogos de Closer. Ouvir certo personagem dizer "Eu não te amo mais", é triste e assustador. Ou então: "Por que o sexo é tão importante?", a resposta: "Porque eu sou um homem das cavernas!". São palavras "simples", diretas e verdadeiras que fazem de Closer o retrato mais fiel do amor e das pessoas que o carregam. Poderia ficar horas e horas citando os diálogos inesquecíveis e as melhores cenas (e são muitas), mas faço melhor: se não assistiu, assista. Se já assistiu, corra e assista de novo. São obras como as de Nichols que merecem infinitas visitas e interpretações. A discussão entre Anna (Roberts) e Larry (Owen) antes de se separarem devido a traição dela, entrou para história. Uma história única de amor e suas feridas.
A divulgação de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1 realmente começou, e não está decepcionando. Mais cinco cartazes foram lançados. Confira abaixo:
Os Melhores da Década

Roteiro: Gullermo Arriaga
Elenco: Naomi Watts, Sean Penn, Benício Del Toro, Charlotte Gainsbourg, Melissa Leo
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Da trilogia dirigida por Alejandro González Iñárritu e escrita por Guillermo Arriaga, o melhor filme é 21 Gramas. Os três filmes são perfeitos e dizer qual é o melhor é muito complicado. Cada um tem seu momento, suas indiscutíveis qualidades e, como todo filme, seus defeitos. Defeitos estes muito pequenos perto de todos os pontos positivos, defeitos pequenos perto do complexo roteiro que une vidas e ideias de uma só vez. Os três filmes são trágicos. Cada um tem sua parcela de tragédias e contam a desolação humana de uma forma crua, seca. Amores Brutos, por exemplo, é o tipo de filme para ser assistido uma vez apenas. É indiscutivelmente um ótimo filme, mas é muito profundo, fala de tristeza, de sonhos interrompidos, é um filme que te deixa mal, te deixa quieto, pensando. Babel é o mais criticado, mas também é muito bom. O erro mais apontado diz respeito à superfluidade de alguns personagens. Personagens que não funcionavam para nada, nem como "Deus ex-machina". Mas como disse no início, o melhor dos três é 21 Gramas. Tem aquela tristeza e a profundidade de Amores Brutos, e está isento dos problemas de Babel. 21 Gramas une o melhor dos três. Tudo de bom que havia no projeto, está em 21 Gramas. A edição é uma das melhores que vi nesta década. O roteiro, bem cuidado e inteligentíssimo, vai ao fundo da alma e deixa uma marca. A direção é inesquecível. As atuações, em perfeita sintonia, são dignas de aplausos efusivos. Sean Penn concebe um personagem profundo e trágico, a cara do filme. Naomi Watts foi a perfeição personificada. Benício Del Toro comprova de uma vez por todas que é um excelente ator. Uma confluência de fatores que tornam 21 Gramas um filme intenso e inesquecível.


Harry Potter
Em breve, uma das maiores sagas do cinema atual começará a dar adeus ao seu público. Dia 19 de novembro, quando a luz acender para Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1, um fenômeno mundial estará dando seu passo final. Após seis filmes, recordes de público, quase 6 bilhões de dólares arrecadados ao redor do mundo somente nos cinemas, a saga do bruxinho órfão baseado na bilionária série de livros da escritora J.K. Rowling chegará ao fim. E o Pipoca Net vai acompanhar esse evento fazendo uma retrospectiva filme a filme, até chegar no ápice com a estreia da primeira parte do capítulo final.
Crítica Fernando Fonseca: Harry Potter e a Pedra Filosofal eu vi no cinema e talvez o maior erro que tenha cometido foi, vê-lo após O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel, sim fui ver o filme do bruxinho somente dois meses após a estreia. De primeiro momento, achei um filme chato, infantilóide, com um visual bonito e nada mais. Então, li o livro e passei a achar o filme ainda pior. Tempos depois, revisitando a obra em DVD, achei legal. O conceito passou a subir. Bastava encará-lo como um filme feito para crianças, com uma história bacaninha e efeitos excepcionais (na época eu já estava com 18 anos). Em 2004, adquiri o filme num box com os três primeiros filmes da saga e passei a nutrir simpatia por essa primeira aventura. O filme é uma transposição fiel do livro, talvez nisso esteja seu maior defeito! Não há alterações, está tudo como no livro, ou seja, é um livro-filmado feito estritamente para as crianças. O elenco adulto (com destaque para Alan Rickman, como professor Snape) está muito bem, a direção de arte e os figurinos são espetaculares. A trilha sonora de John Williams é magistral e tem um tema principal poderoso, que marcou a série. Somente, o trio principal de crianças, encabeçados por Daniel Radcliffe não estava tão bem, mas deu pra criar simpatia pelo personagem.
-Nota: 7,5
Crítica Matheus Pereira: Há algo em Harry Potter e a Pedra Filosofal que destoa de todo o restante da série, destoa até mesmo de seu sucessor direto: Harry Potter e a Câmara Secreta, dirigido, assim como o primeiro, por Chris Columbus. Há uma densa aura de infantilidade, uma doce e bem-vinda ingenuidade que o difere de todos os outros. O roteiro é extremamente fiel ao livro, das descrições de cena até os personagens, milimetricamente "copiados" das páginas escritas por J.K. Rowling. Tanta fidelidade trouxe a tal infantilidade; afinal, o primeiro livro é o mais ingênuo e simples de toda a série literária. Grande parte da produção parece estar um degrau abaixo dos filmes sucessores: a direção de Columbus é convencional e não investe no rico texto que tinha em mãos; o roteiro quase não faz alterações no texto original, e claro, prejudica a produção cinematográfica; o elenco ainda não está em total sintonia com os personagens, principalmente o jovem trio central, e hoje, comparar o Dubledore do falecido Richard Harris com o de Michael Gambom, acaba ofuscando o primeiro. Gambom nasceu para o personagem, diferente de Harris que parecia não passar a segurança e a ternura necessárias. A parte técnica, porém, é perfeita desde este primeiro exemplar. Da direção de arte, indicada ao Oscar, à competentíssima fotografia. Dos figurinos que beiram o luxo aos efeitos especiais impressionantes. A Pedra Filosofal está longe de ser ruim é, apenas, uma estrela menos brilhante.
-Nota: 7,0
Média: 7, 25
Curiosidades:
-Recebeu 3 indicações ao Oscar: Melhor Direção de Arte, Figurino e Trilha Sonora
- A autora do livro Harry Potter e a Pedra Filosofal, J.K. Rowling, insistiu para que o elenco do filme fosse composto apenas por atores britânicos. Seu pedido foi quase atendido, pois houve algumas exceções: Richard Harris é irlandês; Zoë Wanamaker (Madame Hooch), Eleanor Columbus (Susan Bones) e Verne Troyer (Griphook) são norte-americanos.
- Por causa dessa exigência de J.K Rowling quanto ao elenco, Steven Spielberg recusou ser o diretor do filme. Ele queria que Haley Joel Osment interpretasse Harry Potter.
- Outros diretores cogitados para comandar o filme foram Jonathan Demme, Brad Silberling e Terry Gilliam. Gilliam, aliás, era o favorito de J.K. Rowling, mas a Warner preferiu trabalhar com Chris Columbus, devido a sua experiência com atores mirins. Columbus disse que sua filha também insistiu muito para ele fazer o filme e decidiu aceitar depois de ler o livro.
- Richard Harris só aceitou o papel do Professor Dumbledore depois que sua neta de 11 anos de idade ameaçou nunca mais falar com ele.
- Tim Roth era um dos principais candidatos ao papel do Professor Snape. No entanto, ele preferiu viver o General Thade na refilmagem de O Planeta dos Macacos. Alan Rickman assumiu o papel, sendo especialmente escolhido por J.K. Rowling.
- Nos Estados Unidos, o filme foi lançado como Harry Potter and the Sorcerer’s Stone, ou seja “A Pedra do Bruxo”. Em função dessa mudança, todas as cenas em que um personagem dizia “Pedra Filosofal” tiveram que ser filmadas duas vezes.- O filme não foi classificado como “censura livre” nos Estados Unidos devido ao uso de algumas palavras: “bloody” (“maldito”) aparece seis vezes; “blasted” (“maldição”), duas; e “arse” (“canalha”) e “bugger” (“vagabundo”), uma vez cada.
- Nicholas Flamel, citado como o criador da Pedra Filosofal, foi um alquimista de verdade. Muitas pessoas acreditavam que ele de fato produziu uma Pedra Filosofal. Sua morte foi misteriosa e existem rumores de que ele ainda está vivo. Se for verdade, ele estaria com a mesma idade dita no livro e no filme.
- Hedwig foi interpretada por três corujas diferentes.- Nos créditos finais, há uma troca de nomes: Will Theakston aparece no papel de Marcus Flint, quando, na verdade, ele interpreta Terence Higgs. Já este personagem aparece na frente do nome de Scott Fearn, que é o verdadeiro intérprete de Marcus Flint.
- Warnick Davis, que interpreta o Professor Flitwick e o primeiro duende do Banco de Gringotes, também dublou o duende Griphook, interpretado por Verne Troyer.
- No tratamento original do roteiro, Drew Barrymore, fã assumida dos livros de Harry Potter, tinha uma ponta prevista no filme. Robbin Williams e Rosie O’Donnell também teriam participações especiais, pois se ofereceram para aparecer, mesmo sem receberem por isso. No entanto, Chris Columbus preferiu não utilizar os atores.
- John Williams compôs uma música especificamente para o trailer de Harry Potter e a Pedra Filosofal. Mais tarde, ela foi aproveitada na trilha sonora, na faixa “The Prologue”. Williams havia feito isso apenas uma vez antes, para Hook – A Volta do Capitão Gancho.
- As cenas de flashback que mostram Voldermort matando os pais de Harry Potter foram escritas por J.K. Rowling. Os produtores decidiram chamá-la para essa tarefa, pois tinham consciência de que somente a autora sabia o que realmente aconteceu.

O grande trunfo do último filme de Michael Winterbottom (Caminho Para Guantánamo, Código 46, entre outros), The Killer Inside Me, está na atuação poderosa de Casey Affleck, no bom elenco coadjuvante e em um roteiro conciso e sufocante. O longa perde o ritmo algumas vezes, perdendo o fôlego e fazendo com que o espectador sinta-se levemente perdido no meio da história, mas o conjunto da obra é tão certinho, tão organizado, que o filme acaba sendo bom, e os problemas de ritmo são, por hora, esquecidos. O talentoso irmão de Ben Affleck concebe um personagem denso, de múltiplas personalidades e passado nebuloso. Aparentemente frágil (do físico à voz), o xerife Lou Ford esconde uma medonha personalidade assassina. Se por um lado parece querer ajudar a todos, e ser adorado por cada habitante de sua cidadezinha, por outro, tem prazer de esfacelar o rosto de uma mulher e queimar a mão de um bêbado com um charuto e, depois, dar um irônico sorriso. Mas Ford não é um mero assassino, ele tem princípios, ele é trágico, e toda a sua alma é retratada com inteligência e muita competência por Affleck. A história é simples: Ford recebe do chefe a ordem de ir até a casa de uma prostituta (Jessica Alba) e mandá-la sair da cidade, parar de se prostituir nos arredores. Ford faz tal pedido, mas acaba se envolvendo com a prostituta, e tecendo alguns planos com ela. Porém, o filho do "dono" da cidade também está envolvido com a garota, e o poderoso pai do rapaz também está afim que ela saia da cidade e deixe seu filho para trás. Para isso, dá dez mil dólares para a garota ir embora. A partir daí, uma série de fatores, idealizados por Ford, muda o rumo das coisas. É triste ver a decadência de Ford e sua capacidade de acabar com todos aqueles que ama. De uma forma ou outra, sempre acaba matando alguém que gosta profundamente. Seja por consequência de um plano paralelo, seja por que a pessoa faz parte do plano diretamente ou simplesmente porque Ford sente necessidade de matar aqueles que ama. No meu ponto de vista, Ford mata as pessoas ao seu redor para não ser decepcionado mais tarde, para não ser ferido. Antes que as pessoas lhe magoem, ele as mata. Ele não quer amor, afinal, amor machuca. Ele quer ficar sozinho, mas não consegue. Sempre há alguém por perto, sempre há alguém que goste dele. Matar é a única forma de se livrar de tal afeto. Violento (Affleck arrebenta o rosto de Alba sem dó nem piedade, a cena dura alguns minutos, e ao final, vemos o rosto completamente deformado), seco e cru, The Killer Inside Me é extremamente realista. Da direção de arte aos figurinos (dois pontos fortíssimos da obra), até os mínimos detalhes. Tudo é tão bem cuidado, que jamais duvidamos dos lugares ou dos fatos representados. Com direção firme de Winterbottom, The Killer Inside Me não é pra qualquer um.
Nota: 8,0

O Último Exorcismo é um filme atípico. Atípico por ser simplesmente um emaranhado de clichês e apresentar ideias interessantes, que são deixadas de lado. Atípico, pois fica bem em cima da tênue linha que separa o bom do ruim. O que é este filme, afinal? O primeiro ato do filme é muito interessante, o roteiro nos engana, nos fazendo pensar que os personagens terão o devido cuidado. E tem ao menos neste primeiro ato, em que o personagem principal fala sobre si mesmo. E quando digo "fala", não me refiro a umas quinze ou vinte palavras, o falatório é desmedido. É através dessa porção de palavras ditas diretamente à câmera que o personagem Cotton apresenta suas ideias sobre igreja, fé, Deus, demônios e exorcismos. Cotton Marcus é um reverendo que segue a trilha religiosa desde muito cedo, aprendeu com um velho exorcista os macetes do ato, até um tempo atrás, Cotton acreditava no exorcismo, mas hoje, depois de uma pessoa morrer durante um exorcismo, o reverendo já não vê tudo isso com os mesmo olhos. Pra ele, tudo é uma farsa, e ele vai provar isso na frente de uma câmera que segue seus passos. A partir daí, acompanhamos o último "exorcismo" do reverendo, que se mostra um completo charlatão. Munido de sons falsos e aparelhagens que balançam camas e libera fumaça, Cotton engana o "possuído" e os familiares. No final, pega seu dinheiro e vai embora. Esta é uma das melhores sacadas do filme. Esse sopro de originalidade impede que o filme se torne péssimo. Outra ótima sacada do filme, que põe à prova todas as crenças com relação a exorcismos, é a questão de que os possuídos precisem de um exorcismo simplesmente para achar que estão libertos, ou seja, tudo é psicológico. O padre vai, faz uma encenação, faz com que o possuído acredite nela e, posteriormente, ache que está liberto de todo o mal. Mas não é surpresa pra ninguém que a garota está possuída de verdade, e o reverendo, até então descrente, terá que repensar sua fé e encarar este mal. O estilo semi-documental é usado de maneira pífia, o roteiro investe em absurdos e não os explica. Suspeitas de incesto, uma duvidosa gravidez da adolescente, um vai e vem desnecessário e um final tosco. Quando você acha que algo vai ser explicado ou, ao menos, uma opinião será exposta, a conversa é cortada por um acontecimento. Bem típico de filmes do gênero. Não perde em muita coisa pro chato Atividade Paranormal.
Nota: 5,5
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